domingo, 20 de maio de 2018

Henry Correa de Araujo e o 'LANÇAMENTO DE SEU LIVRO'...

Fiquei sabendo da estória,
Mas não tenho como provar...
Se alguém da família questionar...
Eu perco...

Mas éramos tão amigos
Que tenho vontade de contar...


'No dia do Lançamento de seu livro
O Henry deixou de ir...
Moravam, no décimo primeiro andar
No bairro da Serra

Sua mãe muito brava chamava sua atenção
Mas  brava mesmo
O Henry depois de várias explicações
Não adiantava e ela insistia

Perdendo a calma disse;
Pode deixar mamãe, vou fazer o lançamento
Pegou o livro, sua mãe acalmou
Se dirigiu a janela

E 'Lançou' o livro nas alturas...dizendo;
-Pronto! Já está lançado...





domingo, 17 de setembro de 2017

O aniversário...

Luiz Gonzaga

Era aniversário dele
Meu pai comprou o presente
Me entregou avisando;
Olha, vai na casa dele

Aperta a campainha
Entregue o presente pra D Maita
Mãe dele, mas não entra
Porque ele esta com catapora

Catapora pega, mas não deixa ela desconfiar...

Dona Maita, aqui está o presente
Entrega pro Luiz Gonzaga
Não vou entrar não...]
Mas não é pra senhora pensar

Que eu não entro
Por causa de alguma coisa....

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

"006" e a Torre de Pizza...

Depois daquela estabanada fuga do Egito, “006” se dirigiu para Roma, não para ver o Papa, e sim para ir de lá para uma cidadezinha chamada Pizza, em busca do amparo da Máfia, pois, Tutocomnamão indicou um “Capo” da região, que o ajudara na fuga , pois um dos “braços” da Cosa Nostra, atingia aquelas plagas...
Bem amparado, vivendo numa pensão popular, “006” recebeu a visita de um mensageiro que o orientou a entrar em contato com um famoso dirigente político daquele pais, que queria também, entrar neste esquema, pois estava em curso um projeto ambicioso do governo e suas maracutaias ficaram famosas, atravessando fronteiras
Seria a construção de uma torre na cidade de Pizza, um marco comemorativo do aniversario do final de uma CPI de uma poderosa empresa, que recolhia betume nos brejos, betume este muito valioso, alias vendido inexplicavelmente por três vezes o valor que era vendido em outros países e que era usado para iluminação nas ruas das cidades mais abastadas, principalmente nas capitais e como a CPI em seu final, não deu em nada... Reuniram toda a chefia daquela organização criminosa, numa cantina daquela cidade. para comemorar a vitoria, com vinhos e muita pizza...
“Era tanta pizza, para tanto chefe, que resolveram, bem antes do projeto ser executado, dar o nome da futura torre : ” Torre de Pizza”, em alusão também a uma torre de pizza, que comeram durante a festa, pois o “Capo di Tutti Capi”, saíu ileso. daquelas já manjadas investigações...
“OO6” se sentiu em casa, pois era tratado com todo respeito, sendo recebido pelo chefe local, que lhe abraçou dando-lhe dois beijos, que se bobeasse levaria um na boca também, tal era a ênfase de tal encontro...
Mas 006 sabia escapar com classe de todas as situações e um beijo a mais um beijo a menos, não iria prejudicar as negociações...
““Tramaram, pois a construção da torre, que deveria ser vista de todos os lugares, seria uma obra de arte, pois os desenhos estavam ali, para demonstrar como seria o futuro pólo turístico, pois a região precisava se desenvolver com” áureos”, moeda local, quando viessem visitá-la
A condição imposta por “006”, foi sua construtora ganhar a disputa, pois era normal e bem honesto fazer uma concorrência publica para escolher a firma que oferecesse preço mais em conta para a construção.. O povo manipulado acreditava piamente nos seus governantes, pois eles eram muito elogiados no exterior... Pelas questões relevantes que levantavam para solucionar, mundo afora, menos na sua terra natal...
Não precisa dizer quem ganhou a concorrência, pois fora feita com “cartas marcadas” e “006” contratou imediatamente um conhecido engenheiro, tocador de obras, já começando superfaturando no ordenado daquele trabalhador, pois ao invés de para o Leonardo dar 20, contratou, outro que poderia dar 30, já embolsando 10, em conluio com o novo contratado...
O material usado tinha que ser distribuído da seguinte maneira:
Como tinha um fiscal de obras que era incorruptível, mas gostava de umas belas donnas, ele colocou uma bela ragazza num lado da torre para atrair o fiscal... Portanto o material usado de um lado da torre seria de primeira, mas do outro lado, alem de superfaturado, seria de terceira categoria.
“Como o fiscal ficava somente um lado da obra, onde estava à bela ragazza,” 006” pode tocar a obra com a tranqüilidade inerente aos desonestos.
A obra ficou pronta dentro do prazo estabelecido, pois o povo so` queria saber se houve cumprimento do prazo... ”Cumpriram o prazo”? Gente honesta! Mas na verdade a “Cosa Nostra” faturou como nunca e participou, e` claro, da inauguração, pois os governantes e comandantes, quase todos, eram prepostos deles...
“006” recebeu a “Comenda do Cavalheiro Trotão”, a maior Comenda já dada a um estrangeiro, que por algum tempo ficou gozando das benesses e do prestigio, ate que um dia. Aconteceu fato inesperado.
A Torre começou a inclinar: Primeiro levemente, depois bruscamente, para o lado do material de segunda, usado desonestamente pelo “nosso herói,” que foi responsabilizado por um possível desabamento...
Mas como a Torre se estabilizou.. não caindo, ficando numa posição inclinada, que chamava a atenção de todos...
” 006” com a lábia, que lhe e` peculiar, convenceu a todos que isto sim e` que era um marco:
Torres tinham em todo lugar, mas inclinada, desafiando a lei da gravidade... Nenhuma!
Apesar de ter se saído bem, “006” novamente se escafedeu, indo para alhures, porque sabe lá, se de uma hora para outra aquela coisa caísse
... Galileu usou a inclinação, começando a dar pitacas na lei da gravidade.
Depois veio Sir Isaac Newton que achou meio fraquinho, provar com maçãs uma lei importante como a da gravidade, que alias estava prestes a ser revogada pelo Supremo, então decidiu comprovar sua teoria, usando a inclinação daquela famosa Torre, para que todos pudessem assistir....

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O anel

Era época de festas juninas
O quintal cheio de gente
Mesas lotadas, muitas bandeiras
Copo de cerveja cheio, alí...

Bebi de um gole só!
Daí a pouco faz efeito!
Rosto fica vermelho
Eu eufôrico, não sabia o porque

Convido uma, para dançar
Parece pluma, nome: Lídice!
Com duas voltas, quase enlouqueço
Rosto colado, festa acabando...

Ela vai embora, deixando comigo seu anel
Anel de brilhantes, para devolver...
Escrevo no vidro embaçado do carro:
Eu te amo, fazendo um coração!

Só tem o meu nome e
O local marcado para encontrar.
Vai embora, olhando para traz...
Eu fico sòzinho, mais um céu estrelado,

Daquela noite fria de junho...






Sobre a obra
O nome dela era Lídice, linda que era, dançarina de balé, leve como uma pluma...dancei, sentindo que estava nas nuvens .
A cerveja que tomei, devia estar "benta" porque nunca me sentí tão eufôrico e animado. Fiquei com seu anel de brilhantes e o devolvi, no primeiro encontro...

domingo, 3 de maio de 2015

A Cobaia de Harvard...

Depois que perdi aquela promoção da American Airlines,
Por receio de voar, pois pouco tempo fazia do atentado do WTC...
De ir a Londres, pacote de dois dias, sábado e domingo
Hotel incluido, pela bagatela de 189 dolares

Resolvi pesquisar com minha filha, se havia na Universidade...
Alguma coisa que poderia fazer para passar o tempo
E quem sabe, ganhar alguns dólares...
- Olha! Tem uns experimentos que usam voluntários...me disse

De todos os que ela me falou, o melhorzinho era este:
Ficar num quarto escuro, sozinho o dia todo com eletrodos na cabeça
Estudavam as reações do indivíduo durante uma semana
Pagavam 500 dolares...

No apartamento de minha filha, tinha vinho, cerveja e tira gosto
Realmente não fazia nada o dia inteiro...
Liguei a televisão, mudei de canal até achar uma tv espanhola
Virei pro lado, deu sono, dormi...sem eletrodos na cabeça!


Sobre a obra
Eu passei uns 30 dias em Boston para visitar minha filha que fazia Pos-Doc de imunologia em Harvard e ficava no seu apartamento, sem fazer nada. Bolava muitas idèias, andava de metrô, mas fui enjoando, queria algo mais...então me ocorreu pergunta-la se havia alguma coisa para fazer naquela Universidade. Ela me disse que tinha experimentos com volunta'rios e pagavam por semana. Quase embarquei num deles so' pra ver o que dava...Minha filha morava do outro lado em frente ao seu trabalho, era so' atravessar a linha do Metrô. Boston MA. USA.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Minas Gerais não tem mar...

Minas Gerais não tem mar...

Vou fazer uma campanha
Pra que Minas, tenha mar
Vocês vão achar que é manhã
Mas depois vão me apoiar

Vejam só que injustiça
Da nossa Federação
Todos da beirada, tem mar
Só Minas, que não tem não

A gente vê no mapa
Que ate' a Bahia impede
Minas ter uma saída
Pois nem corredor ela cede

O Espírito Santo podia
Um pedaço a Minas ceder
Mas você toca no assunto
Vê a coisa endurecer

Então viro para o Rio,
Que completa este cerco
Peço então uma fatia
Mas não ouvem e eu me perco

Apesar da oposição
Continuo a minha luta
Pois o mar... Ele é de todos
Mas o que eu quero...

Só se for na fôrça bruta!










Sobre a obra
Eu só queria saber, quem foi que teve a idéia, de fazer a divisão dos estados da Federação!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A última carta...

A última carta...

Estive pensando
Naquela carta que escrevi
Foi há muito tempo
Nem sei se ela recebeu

Na época tinha mudado de cidade
Trabalhava em outro lugar
Por isso não recebi resposta
Hoje seria até estranho eu escrever uma carta

Ninguém escreve mais cartas
Somente se recebe propaganda e contas
Numa greve dos Correios
Os Bancos são os mais prejudicados...

O amor não sente a paralisação...

O romantismo não transita mais pelos Correios...



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Séculos XIX, XX e século XXI...

Séculos XIX, XX e século XXI...

Quando era pequeno...
Meu pai, meu avô e minha avó
Falavam do século dezenove...
Fui crescendo e só ouvia “Século vinte”

Agora só se fala em século vinte um...

Quem sabe eu tenho 300 anos
E não estou sabendo...

O Tempo...

O Tempo...

Hoje o tempo continua seco
Já fiz a colheita do café
Torcia pra não chover
Chuva estraga a bebida

Acho que minha torcida
Foi forte demais
Não era para durar tanto
A torcida é assim:

Não pode trocar de lado...
Ano que vem
Não vou torcer mais
Vou ficar neutro

A seca não é meu time favorito...

A Jangada

A Jangada...

Não sabia que a jangada era assim
Tosca, rude, feita quase de troncos
Parece pesada, levada ao mar nos roletes
Entra na água, vai deslizando...

Tão leve que fica, que um ventinho
Um leve ventinho leva...
Lá vai a jangada que eu pensei fosse pesada
O jangadeiro equilibra parecendo dançar

Vento, jangada, jangadeiro e o mar

Dá vontade de pintar...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O grito sem eco

O grito sem eco

Eu moro aqui
Todo dia gritava
O eco respondia
Na montanha...

Agora as máquinas vieram
Levaram o minério
A montanha minguou
A poeira chegou

O eco acabou...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O carnaval...

Ontem, minha mãe me levou para brincar carnaval
Pegamos o bonde, fechado, daqueles modernos
Lá no desvio que tem perto da padaria Excelcior
Eu tinha um balão amarelo
Um saco de confete
Um rolo de serpentina
O salão do Clube Belo Horizonte estava encerado
Eu escorregava. Bastava dar uma corridinha e parar
Deslizava nos confetes com uma fantasia
Minha mãe numa cadeira, conversava
Brinquei tanto, suava, estava vermelho mesmo!
Tinha orquestra e salão cheio
Cheiro de perfume
Cheiro de alegria...

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A teoria da relatividade de Einstein e o caipira...

O sol está se pondo atrás da serra!
"Oia sô, que beleza! Pena que vai escondê!
Vá a cavalo na serra e você verá de novo!...
Uê é mesmo, daqui eu vejo de novo o sol se pondo!!!
Vá atrás da outra serra a cavalo que você continuará vendo!
É mesmo, tô veno ele ainda é só corrê atrais dele!!!
Pois é, você corre atrás, que ele nunca vai se por!
É assim: Se a gente correr atrás, o tempo para!
Quer dizer que se eu andar atrais do sol o tempo para?
E lógico, quando você" anda" o tempo "para"
Quando você para, o tempo" anda"!
É relativo!!!
Uê, num precisava um cientista genial descobri isso não uê!
Qualquer um de nóis descobria isso!
É mas ele descobriu primeiro! É gênio então!
É, próxima vez, vou pensa numas coisa assim!!!

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Moeda com "chip"

Moeda com “chip”

O dinheiro do governo
Tem que ser controlado
Desde a saída do banco
Até onde é destinado

Pra controlar o seu caminho
Um chip tem que ser colocado
Se comprovar o ato honesto
Basta ser desativado

Esta idéia sempre foi minha
Prá acabar o desonesto desvio
As contas públicas sob controle
E pro governo um grande alívio

Quem for contra esta idéia
Mal intencionado deve estar
Porque não quer que localize
Futuro desvio que iria dar...

Esta medida vai ficar cara...
Mas acaba com o roubo, esta mania
Na cueca o dinheiro apita...

Ficando livre da má companhia...






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quinta-feira, 30 de junho de 2011

O filme de amor...

Minha irmã quando ia ao cinema,
Sempre me levava como companhia
Eu detestava os filmes que ela gostava
Filme de amor, uma falação do começo ao fim...

Eram tão ruins que decidi não acompanha'- la mais
Um dia, ela insistiu tanto!
Disse que o filme era bom
Que acreditei nela

Cinema Glória, lotado
O filme devia ser bom
Ela chamou até o baleiro
Comprou balas

O filme começa; é a mesma falação!
O tempo todo, a mesma coisa
Quase não agüentava mais
Então o filme termina...

Com um beijo

A Tarefa...

Quando o João Antônio me convidou para ver o serviço
Não pensei duas vezes:
Preparei a matula!
De manhã cedinho, já estava montado na égua arreada!

Andei pelo caminho do jequitibá, até chegar lá
O café do palmito, só mesmo tarefa pra dar jeito
Tinha mato até na cintura!
Cem pés de tarefa estavam de bom tamanho

A turma suava por entre lobeiras e braquiárias
Num pique só, iam espalhando o perfume do mato
Só parando, pra acender o cigarro de palha, que teimava apagar.
Onze horas, tarefa terminada.

No braseiro, as marmitas enfileiradas, juntei a minha
Assentados à sombra da castanheira
Eu via a mina minar água serena
Numa folha de inhame apanhei pra beber

Água dançava pra lá e pra cá
Equilibrava pra não cair e bebia
Só aí que notei:
As gotas d’água pareciam prata no fundo verde da folha!

terça-feira, 28 de junho de 2011

"Póe água na luz" ...

"Põe água na luz..."

A tarde já ia embora, na fazenda "Soledade"
Primeira noite que iria passar la'
Namorava a minha futura esposa.
Fomos no final do rego d´a'gua verificar o dí'namo

A correia estava bamba !
Meu cunhado entrou no fosso, viu a ponta da cetilha
Regulou a boca de saïda d' a'gua
Trocou o carvãozinho...

Correia esticada, carvão trocado,
Fomos na represa soltar a a'gua
A luz foi chegando aos poucos...
Clareou de vez !

Acendeu o ra'dio que chiava
Chiava mais do que falava
Era assim, toda noite na roça
Äs vezes, a gente, distrai'dos lá em baixo, ouvia a sogra gritar:

Põe 'agua na luz!..


Cetilha: boca que regula a sa'ida d`agua ...e toca rodas horizontais...

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

A visita

A visita

O Amilcar, meu tio
Tinha um carro antigo, Sinca 8
Quando nos visitava
Deixava o carro na rua

Meus pais conversavam no alpendre
Almoçava, e passava à tarde...
Na hora de ir embora
Ligava o carro, tinha esfriado...

A bateria não girava o motor
Tentava ate' não dar nada
A gente descia
Todo mundo empurrava o carro

Com uns arrancos ele pegava
Ia embora, abanando as mãos
Sempre voltava, era a mesma coisa...

Mas a gente gostava de receber sua visita!

sábado, 5 de março de 2011

Aldo Borges Brasil...

Aldo Brasil

Nome do meu amigo lá do Santo Antônio
Meu irmão trabalhava no Banco do Brasil
Mas o Aldo me convidou pro concurso do Banco
Eu nem sabia que haveria uma seleção...

Também vivia no mundo da lua...
O tempo passando e eu só filosofando
Por meu irmão eu seria um técnico eletrônico
Nem me informou que haveria um concurso

Fomos pra Valadares, fazer a inscrição
Dia vinte de junho de 1961...
Lembro muito bem da data por que
Se tivesse chegado no dia 21, não seria aceito

O limite de idade era até 23 anos...
E no dia 21 eu faria 24 anos...
O Aldo além de meu amigo era adivinho
Porque me levou pra fazer inscrição

No último dia possível...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A mulher da 5a Avenida...

Passeando em Nova York
Não sabia que as mulheres eram tão bonitas
E principal: distintas
Tem muita classe,até para passear...

Usando um lenço na cabeça
De tenis, andando pelo Central Park
Olham discretamente, deixando um ar misterioso
Olha que sou casado, mas não desligado...

Tenho crítica e estou preocupado...
Não por mim, mas por esta geração
A postura, a classe deve ser inerente a mulher
Quando perder isto, perde tudo.

Não estou nem aí, mas um conselho dou:
Mirem-se nas mulheres de Nova York
Deem um passeio pela 5a avenida
Vale a pena passar por lá...

Deixar de ser cara de "gatinha"
Ter uma postura feminina...
Andar de cabeça erquida
Valoriza muito bem a mulher...

Voltar a era do baton, do perfume frances
Não vou ao extremo de usar chapéu...
Mas que dá saudade...

Ah! Isto dá...