domingo, 10 de maio de 2020

victorvapf: O Tempo...

victorvapf: O Tempo...: O Tempo... Hoje o tempo continua seco Já fiz a colheita do café Torcia pra não chover Chuva estraga a bebida Acho que minha torcida ...

victorvapf: Séculos XIX, XX e século XXI...

victorvapf: Séculos XIX, XX e século XXI...: Séculos XIX, XX e século XXI... Quando era pequeno... Meu pai, meu avô e minha avó Falavam do século dezenove... Fui crescendo e só ouv...

victorvapf: A última carta...

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victorvapf: A Cobaia de Harvard...

victorvapf: A Cobaia de Harvard...: Depois que perdi aquela promoção da American Airlines, Por receio de voar, pois pouco tempo fazia do atentado do WTC... De ir a Londres, p...

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victorvapf: O anel

Era época de festas juninas
O quintal chei...
: O anel Era época de festas juninas O quintal cheio de gente Mesas lotadas, muitas bandeiras Copo de cerveja cheio, alí... Bebi de um ...

victorvapf: "006" e a Torre de Pizza...

victorvapf: "006" e a Torre de Pizza...: Depois daquela estabanada fuga do Egito, “006” se dirigiu para Roma, não para ver o Papa, e sim para ir de lá para uma cidadezinha chamada P...

victorvapf: Minas Gerais não tem mar...

victorvapf: Minas Gerais não tem mar...: Minas Gerais não tem mar... Vou fazer uma campanha Pra que Minas, tenha mar Vocês vão achar que é manhã Mas depois vão me apoiar Veja...

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domingo, 20 de maio de 2018

Henry Correa de Araujo e o 'LANÇAMENTO DE SEU LIVRO'...

Fiquei sabendo da estória,
Mas não tenho como provar...
Se alguém da família questionar...
Eu perco...

Mas éramos tão amigos
Que tenho vontade de contar...


'No dia do Lançamento de seu livro
O Henry deixou de ir...
Moravam, no décimo primeiro andar
No bairro da Serra

Sua mãe muito brava chamava sua atenção
Mas  brava mesmo
O Henry depois de várias explicações
Não adiantava e ela insistia

Perdendo a calma disse;
Pode deixar mamãe, vou fazer o lançamento
Pegou o livro, sua mãe acalmou
Se dirigiu a janela

E 'Lançou' o livro nas alturas...dizendo;
-Pronto! Já está lançado...





domingo, 17 de setembro de 2017

O aniversário...

Luiz Gonzaga

Era aniversário dele
Meu pai comprou o presente
Me entregou avisando;
Olha, vai na casa dele

Aperta a campainha
Entregue o presente pra D Maita
Mãe dele, mas não entra
Porque ele esta com catapora

Catapora pega, mas não deixa ela desconfiar...

Dona Maita, aqui está o presente
Entrega pro Luiz Gonzaga
Não vou entrar não...]
Mas não é pra senhora pensar

Que eu não entro
Por causa de alguma coisa....

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

"006" e a Torre de Pizza...

Depois daquela estabanada fuga do Egito, “006” se dirigiu para Roma, não para ver o Papa, e sim para ir de lá para uma cidadezinha chamada Pizza, em busca do amparo da Máfia, pois, Tutocomnamão indicou um “Capo” da região, que o ajudara na fuga , pois um dos “braços” da Cosa Nostra, atingia aquelas plagas...
Bem amparado, vivendo numa pensão popular, “006” recebeu a visita de um mensageiro que o orientou a entrar em contato com um famoso dirigente político daquele pais, que queria também, entrar neste esquema, pois estava em curso um projeto ambicioso do governo e suas maracutaias ficaram famosas, atravessando fronteiras
Seria a construção de uma torre na cidade de Pizza, um marco comemorativo do aniversario do final de uma CPI de uma poderosa empresa, que recolhia betume nos brejos, betume este muito valioso, alias vendido inexplicavelmente por três vezes o valor que era vendido em outros países e que era usado para iluminação nas ruas das cidades mais abastadas, principalmente nas capitais e como a CPI em seu final, não deu em nada... Reuniram toda a chefia daquela organização criminosa, numa cantina daquela cidade. para comemorar a vitoria, com vinhos e muita pizza...
“Era tanta pizza, para tanto chefe, que resolveram, bem antes do projeto ser executado, dar o nome da futura torre : ” Torre de Pizza”, em alusão também a uma torre de pizza, que comeram durante a festa, pois o “Capo di Tutti Capi”, saíu ileso. daquelas já manjadas investigações...
“OO6” se sentiu em casa, pois era tratado com todo respeito, sendo recebido pelo chefe local, que lhe abraçou dando-lhe dois beijos, que se bobeasse levaria um na boca também, tal era a ênfase de tal encontro...
Mas 006 sabia escapar com classe de todas as situações e um beijo a mais um beijo a menos, não iria prejudicar as negociações...
““Tramaram, pois a construção da torre, que deveria ser vista de todos os lugares, seria uma obra de arte, pois os desenhos estavam ali, para demonstrar como seria o futuro pólo turístico, pois a região precisava se desenvolver com” áureos”, moeda local, quando viessem visitá-la
A condição imposta por “006”, foi sua construtora ganhar a disputa, pois era normal e bem honesto fazer uma concorrência publica para escolher a firma que oferecesse preço mais em conta para a construção.. O povo manipulado acreditava piamente nos seus governantes, pois eles eram muito elogiados no exterior... Pelas questões relevantes que levantavam para solucionar, mundo afora, menos na sua terra natal...
Não precisa dizer quem ganhou a concorrência, pois fora feita com “cartas marcadas” e “006” contratou imediatamente um conhecido engenheiro, tocador de obras, já começando superfaturando no ordenado daquele trabalhador, pois ao invés de para o Leonardo dar 20, contratou, outro que poderia dar 30, já embolsando 10, em conluio com o novo contratado...
O material usado tinha que ser distribuído da seguinte maneira:
Como tinha um fiscal de obras que era incorruptível, mas gostava de umas belas donnas, ele colocou uma bela ragazza num lado da torre para atrair o fiscal... Portanto o material usado de um lado da torre seria de primeira, mas do outro lado, alem de superfaturado, seria de terceira categoria.
“Como o fiscal ficava somente um lado da obra, onde estava à bela ragazza,” 006” pode tocar a obra com a tranqüilidade inerente aos desonestos.
A obra ficou pronta dentro do prazo estabelecido, pois o povo so` queria saber se houve cumprimento do prazo... ”Cumpriram o prazo”? Gente honesta! Mas na verdade a “Cosa Nostra” faturou como nunca e participou, e` claro, da inauguração, pois os governantes e comandantes, quase todos, eram prepostos deles...
“006” recebeu a “Comenda do Cavalheiro Trotão”, a maior Comenda já dada a um estrangeiro, que por algum tempo ficou gozando das benesses e do prestigio, ate que um dia. Aconteceu fato inesperado.
A Torre começou a inclinar: Primeiro levemente, depois bruscamente, para o lado do material de segunda, usado desonestamente pelo “nosso herói,” que foi responsabilizado por um possível desabamento...
Mas como a Torre se estabilizou.. não caindo, ficando numa posição inclinada, que chamava a atenção de todos...
” 006” com a lábia, que lhe e` peculiar, convenceu a todos que isto sim e` que era um marco:
Torres tinham em todo lugar, mas inclinada, desafiando a lei da gravidade... Nenhuma!
Apesar de ter se saído bem, “006” novamente se escafedeu, indo para alhures, porque sabe lá, se de uma hora para outra aquela coisa caísse
... Galileu usou a inclinação, começando a dar pitacas na lei da gravidade.
Depois veio Sir Isaac Newton que achou meio fraquinho, provar com maçãs uma lei importante como a da gravidade, que alias estava prestes a ser revogada pelo Supremo, então decidiu comprovar sua teoria, usando a inclinação daquela famosa Torre, para que todos pudessem assistir....

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O anel

Era época de festas juninas
O quintal cheio de gente
Mesas lotadas, muitas bandeiras
Copo de cerveja cheio, alí...

Bebi de um gole só!
Daí a pouco faz efeito!
Rosto fica vermelho
Eu eufôrico, não sabia o porque

Convido uma, para dançar
Parece pluma, nome: Lídice!
Com duas voltas, quase enlouqueço
Rosto colado, festa acabando...

Ela vai embora, deixando comigo seu anel
Anel de brilhantes, para devolver...
Escrevo no vidro embaçado do carro:
Eu te amo, fazendo um coração!

Só tem o meu nome e
O local marcado para encontrar.
Vai embora, olhando para traz...
Eu fico sòzinho, mais um céu estrelado,

Daquela noite fria de junho...






Sobre a obra
O nome dela era Lídice, linda que era, dançarina de balé, leve como uma pluma...dancei, sentindo que estava nas nuvens .
A cerveja que tomei, devia estar "benta" porque nunca me sentí tão eufôrico e animado. Fiquei com seu anel de brilhantes e o devolvi, no primeiro encontro...

domingo, 3 de maio de 2015

A Cobaia de Harvard...

Depois que perdi aquela promoção da American Airlines,
Por receio de voar, pois pouco tempo fazia do atentado do WTC...
De ir a Londres, pacote de dois dias, sábado e domingo
Hotel incluido, pela bagatela de 189 dolares

Resolvi pesquisar com minha filha, se havia na Universidade...
Alguma coisa que poderia fazer para passar o tempo
E quem sabe, ganhar alguns dólares...
- Olha! Tem uns experimentos que usam voluntários...me disse

De todos os que ela me falou, o melhorzinho era este:
Ficar num quarto escuro, sozinho o dia todo com eletrodos na cabeça
Estudavam as reações do indivíduo durante uma semana
Pagavam 500 dolares...

No apartamento de minha filha, tinha vinho, cerveja e tira gosto
Realmente não fazia nada o dia inteiro...
Liguei a televisão, mudei de canal até achar uma tv espanhola
Virei pro lado, deu sono, dormi...sem eletrodos na cabeça!


Sobre a obra
Eu passei uns 30 dias em Boston para visitar minha filha que fazia Pos-Doc de imunologia em Harvard e ficava no seu apartamento, sem fazer nada. Bolava muitas idèias, andava de metrô, mas fui enjoando, queria algo mais...então me ocorreu pergunta-la se havia alguma coisa para fazer naquela Universidade. Ela me disse que tinha experimentos com volunta'rios e pagavam por semana. Quase embarquei num deles so' pra ver o que dava...Minha filha morava do outro lado em frente ao seu trabalho, era so' atravessar a linha do Metrô. Boston MA. USA.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Minas Gerais não tem mar...

Minas Gerais não tem mar...

Vou fazer uma campanha
Pra que Minas, tenha mar
Vocês vão achar que é manhã
Mas depois vão me apoiar

Vejam só que injustiça
Da nossa Federação
Todos da beirada, tem mar
Só Minas, que não tem não

A gente vê no mapa
Que ate' a Bahia impede
Minas ter uma saída
Pois nem corredor ela cede

O Espírito Santo podia
Um pedaço a Minas ceder
Mas você toca no assunto
Vê a coisa endurecer

Então viro para o Rio,
Que completa este cerco
Peço então uma fatia
Mas não ouvem e eu me perco

Apesar da oposição
Continuo a minha luta
Pois o mar... Ele é de todos
Mas o que eu quero...

Só se for na fôrça bruta!










Sobre a obra
Eu só queria saber, quem foi que teve a idéia, de fazer a divisão dos estados da Federação!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

A última carta...

A última carta...

Estive pensando
Naquela carta que escrevi
Foi há muito tempo
Nem sei se ela recebeu

Na época tinha mudado de cidade
Trabalhava em outro lugar
Por isso não recebi resposta
Hoje seria até estranho eu escrever uma carta

Ninguém escreve mais cartas
Somente se recebe propaganda e contas
Numa greve dos Correios
Os Bancos são os mais prejudicados...

O amor não sente a paralisação...

O romantismo não transita mais pelos Correios...



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Séculos XIX, XX e século XXI...

Séculos XIX, XX e século XXI...

Quando era pequeno...
Meu pai, meu avô e minha avó
Falavam do século dezenove...
Fui crescendo e só ouvia “Século vinte”

Agora só se fala em século vinte um...

Quem sabe eu tenho 300 anos
E não estou sabendo...

O Tempo...

O Tempo...

Hoje o tempo continua seco
Já fiz a colheita do café
Torcia pra não chover
Chuva estraga a bebida

Acho que minha torcida
Foi forte demais
Não era para durar tanto
A torcida é assim:

Não pode trocar de lado...
Ano que vem
Não vou torcer mais
Vou ficar neutro

A seca não é meu time favorito...

A Jangada

A Jangada...

Não sabia que a jangada era assim
Tosca, rude, feita quase de troncos
Parece pesada, levada ao mar nos roletes
Entra na água, vai deslizando...

Tão leve que fica, que um ventinho
Um leve ventinho leva...
Lá vai a jangada que eu pensei fosse pesada
O jangadeiro equilibra parecendo dançar

Vento, jangada, jangadeiro e o mar

Dá vontade de pintar...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O grito sem eco

O grito sem eco

Eu moro aqui
Todo dia gritava
O eco respondia
Na montanha...

Agora as máquinas vieram
Levaram o minério
A montanha minguou
A poeira chegou

O eco acabou...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O carnaval...

Ontem, minha mãe me levou para brincar carnaval
Pegamos o bonde, fechado, daqueles modernos
Lá no desvio que tem perto da padaria Excelcior
Eu tinha um balão amarelo
Um saco de confete
Um rolo de serpentina
O salão do Clube Belo Horizonte estava encerado
Eu escorregava. Bastava dar uma corridinha e parar
Deslizava nos confetes com uma fantasia
Minha mãe numa cadeira, conversava
Brinquei tanto, suava, estava vermelho mesmo!
Tinha orquestra e salão cheio
Cheiro de perfume
Cheiro de alegria...

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